Como é o chamamé
O chamamé vem da província de Corrientes, na Argentina, e atravessou a fronteira para o Rio Grande do Sul, o Paraná e o Mato Grosso do Sul. No Brasil, virou parte da música gaúcha e da música sul-mato-grossense.
A marca do chamamé é o compasso ternário, que dá aquele balanço em seis que muita bateria comum não acompanha. O GDrums traz a batida já nesse compasso, pronta para a gaita e o violão.
Como tocar chamamé com o GDrums
- Escolha a versão que combina com a música e ajuste o BPM ao andamento que você canta.
- Variação 1 no verso, 2 no refrão e 3 nos momentos de mais energia.
- Virada no pedal antes do refrão ou na volta do solo. Ela termina junto com o compasso.
- Final no pedal para encerrar a música no tempo, como um baterista faria.
No violão
No violão, o chamamé alterna a acentuação entre três e dois tempos. Deixe a bateria segurar essa conta e concentre a mão direita no dedilhado.
Na gaita
Muitos chamamés começam só com a gaita. Deixe a bateria parada, dê o play no fim da introdução e use a virada para marcar a passagem de parte.
Quem popularizou
- Tránsito Cocomarola
- Renato Borghetti