Como é o xote
O xote chegou ao Brasil como schottische, uma dança de salão europeia, e foi ganhando a cara de cada região. No Nordeste virou um dos pilares do forró pé de serra, com zabumba, triângulo e sanfona. No Sul, virou o xote dos bailes gaúchos, ao lado da vaneira.
É mais cadenciado que o baião, com um balanço gostoso para dançar junto. Isso faz do xote uma escolha certa para barzinho, casamento e festa junina.
Como tocar xote com o GDrums
- Escolha a versão que combina com a música e ajuste o BPM ao andamento que você canta.
- Variação 1 no verso, 2 no refrão e 3 nos momentos de mais energia.
- Virada no pedal antes do refrão ou na volta do solo. Ela termina junto com o compasso.
- Final no pedal para encerrar a música no tempo, como um baterista faria.
No violão
No violão, o xote pede o baixo marcado no tempo forte e a levada puxando o contratempo. Nas músicas lentas, fique na variação 1; nos refrões, a 2 dá mais corpo sem acelerar.
Na sanfona
Os xotes de Luiz Gonzaga e Dominguinhos ficam ótimos com a variação Nordestino. Para repertório mais atual, no estilo do Falamansa, experimente o Estilizado.
Quem popularizou
- Luiz Gonzaga
- Dominguinhos
- Falamansa
- Trio Nordestino